Este é o título de um artigo do Paul Krugman, publicado na Repubblica na semana passada (estou terminando de traduzir). Não poderia ter mais razão, seja pela metáfora ou pelo sentido literal. Todos os dias nos jornais se vê alguma triste notícia de algum cidadão que se matou. O motivo: a crise econômica.
Esta, de ontem, conta o caso de um senhor que teve sua empresa quebrada e, por isso, teve que despedir seus empregados, incluindo seus dois filhos. Imaginem a pressão que ele deve ter passado.
http://www.corriere.it/cronache/12_aprile_29/nuoro-licenzia-figli-suicida-crisi_40700908-91f1-11e1-af61-83f104d3d381.shtml
Este era um porteiro. Com seu "licenziamento" (demissão), ele perdeu também a casa. Tinha 56 anos e dois filhos, que moravam com a mãe.
http://napoli.repubblica.it/cronaca/2012/04/30/news/riceve_lettera_licenziamento_portiere_si_impicca-34207976/?ref=HRER1-1
A maioria dos casos é no sul da Itália.
Que se renda uma homenagem a estes homens e mulheres em desespero. E que se faça imediatamente presente a esquerda revolucionária no mundo, para mudar esta situação! Não somente com palavras de ordem, mas com verdadeiros projetos, sem perder a ternura!
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